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sexta-feira, 27 de julho de 2012

Parto humanizado. Bom debate!

Bora para um bom debate!

Para que tod@s saibam do que estou falando...

Aproveitem e colaborem com o abaixo assinado que questiona a postura do CREMERJ.

http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoListaSignatarios.aspx?pi=265266RJ

Pelo direito de escolha, de decisão e acima de tudo de direitos!

Parto humanizado no SUS. Esta é uma bandeira de luta!




Vídeo tirado do site: http://www.gruposamauma.com.br

 Mais informações sobre o assunto:

Casa de parto: http://www.casadepartodesapopemba.blogspot.com.br/ 
Casa de parto:  http://casadopartosapopemba.wordpress.com/
Casa Angela:  http://casaangela.org.br/
Espaço Nascente: http://espaco-nascente.blogspot.com.br/
Mamíferas: http://www.mamiferas.com/blog/
GAMA: http://www.maternidadeativa.com.br/
Casa Moara: http://casamoara.com.br/

Diga não ao retrocesso. Façamos valer nossas escolhas e nossos direitos.

Reproduzo aqui a matéria que saiu na globo.com por Glauco Araújo Do G1.

Vale a pena entrar nesta discussão. Questão de direito e escolhas!

Mariana Maffeis Feola, 29 anos, abraça sua filha Joana, que nasceu durante parto domiciliar (Foto: Arquivo Pessoal/Marcelly Ribeiro)

Mariana Maffeis Feola, de 29 anos, abraça sua filha Joana, que nasceu durante parto domiciliar (Foto: Arquivo Pessoal/Marcelly Ribeiro).

    
É retrocesso absurdo', diz mãe que fez parto em casa sobre decisão no RJ
Mariana Feola, 29, filha de Ana Maria Braga, teve Joana, 1, no quarto.

Ela critica decisão do Cremerj de proibir médicos de fazer parto domiciliar.
A opção de dar à luz o bebê em casa é uma decisão que deve ser da mãe e não do médico obstetra. Essa é a opinião da comerciante Mariana Maffeis Feola, de 29 anos, que teve sua filha Joana, de 1 ano e 6 meses, no quarto de sua casa em São Paulo, em fevereiro de 2011. Ela questiona o posicionamento do Conselho Regional de Medicina do Rio (Cremerj), que anunciou proibição e punição a médicos que atuem em partos domiciliares.

Mariana, que é filha da apresentadora Ana Maria Braga, considera a medida do conselho retrógrada. "Os representantes do Cremerj não são deuses para proibir as mulheres de terem seus filhos em casa. A Organização Mundial da Saúde (OMS) defende o direito da mãe de escolher. O que acontece no Brasil é que há um cartel das maternidades, que age em prol das cesarianas, para o lucro maior dos médicos. Esse é um modelo falido, como já mostram países mais desenvolvidos. Alguns estados são retrógrados e provincianos. Com certeza, o Cremerj vai ter de voltar atrás porque o que estão fazendo é um retrocesso absurdo."

“É uma pena esse cenário brasileiro e até mesmo a ignorância das mulheres, que permitem que os médicos interfiram nesse momento tão especial"