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sexta-feira, 27 de julho de 2012

Diga não ao retrocesso. Façamos valer nossas escolhas e nossos direitos.

Reproduzo aqui a matéria que saiu na globo.com por Glauco Araújo Do G1.

Vale a pena entrar nesta discussão. Questão de direito e escolhas!

Mariana Maffeis Feola, 29 anos, abraça sua filha Joana, que nasceu durante parto domiciliar (Foto: Arquivo Pessoal/Marcelly Ribeiro)

Mariana Maffeis Feola, de 29 anos, abraça sua filha Joana, que nasceu durante parto domiciliar (Foto: Arquivo Pessoal/Marcelly Ribeiro).

    
É retrocesso absurdo', diz mãe que fez parto em casa sobre decisão no RJ
Mariana Feola, 29, filha de Ana Maria Braga, teve Joana, 1, no quarto.

Ela critica decisão do Cremerj de proibir médicos de fazer parto domiciliar.
A opção de dar à luz o bebê em casa é uma decisão que deve ser da mãe e não do médico obstetra. Essa é a opinião da comerciante Mariana Maffeis Feola, de 29 anos, que teve sua filha Joana, de 1 ano e 6 meses, no quarto de sua casa em São Paulo, em fevereiro de 2011. Ela questiona o posicionamento do Conselho Regional de Medicina do Rio (Cremerj), que anunciou proibição e punição a médicos que atuem em partos domiciliares.

Mariana, que é filha da apresentadora Ana Maria Braga, considera a medida do conselho retrógrada. "Os representantes do Cremerj não são deuses para proibir as mulheres de terem seus filhos em casa. A Organização Mundial da Saúde (OMS) defende o direito da mãe de escolher. O que acontece no Brasil é que há um cartel das maternidades, que age em prol das cesarianas, para o lucro maior dos médicos. Esse é um modelo falido, como já mostram países mais desenvolvidos. Alguns estados são retrógrados e provincianos. Com certeza, o Cremerj vai ter de voltar atrás porque o que estão fazendo é um retrocesso absurdo."

“É uma pena esse cenário brasileiro e até mesmo a ignorância das mulheres, que permitem que os médicos interfiram nesse momento tão especial"

terça-feira, 3 de abril de 2012

Deixem o tambor tocar! Saiu a liminar que proíbe igrejas evangélicas venderem Acarajé como se fossem Bolinhos de Jesus!

Sim, meu povo candomblecista ganhou mais uma. Saiu a liminar que proíbe as igrejas evangélicas venderem o Acarajé como bolinho de jesus.

Este alimento típico da Bahia é dedicado a Iansã no culto afro.O acarajé é patrimônio cultural que caracteriza a identificação do brasileiro. Chega de preconceitos!

Iansã com certeza mandou bons ventos e conseguiu assegurar que o preconceito não vença a nossa identidade.

Lidar com sua história e ancestralidade com respeito é direito de todos nós. Respeitem para serem respeitados!

Axé!


Baiana do Acarajé
bahianoticias.com.br



Deixa o tambor tocar


Com sons dos tambores

Meu corpo vibra, pulsa e movimenta.

Ele dá ritmo ao coração

Dá sentido a emoção

Revela minha face yorubá

Canto de exú a oxalá

Laroyê - Epa babá 

Peço axé a minha gente

Agô aos ancestrais

Deixa o tambor tocar

Deixa o tambor tocar

Janaina Santana